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por Vera Magalhães e Marcelo de Moraes

Hospital de Campanha do Anhembi vai desativar 561 leitos

Equipe BR Político

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Segundo o prefeito da cidade de São Paulo, Bruno Covas (PSDB), o Hospital de Campanha do Anhembi terá a maioria dos leitos desativados a partir do 1º de agosto. Dos 871 leitos, 561 serão desativados. O hospital foi criado em abril, para atender pacientes infectados pela covid-19.

Quarto de pacientes masculinos em observação no Hospital de Campanha do Anhembi Foto: Tiago Queiroz

“Nós vamos reduzir a área em que nós tínhamos 871 leitos e vamos passar a utilizar apenas 310 leitos no hospital municipal de Campanha do Anhembi. Serão menos 561 leitos, o que vai gerar uma economia mensal, em agosto, de R$ 19 milhões”, explicou Covas. O custo do hospital de campanha era de R$ 28 milhões por mês.

As alas do hospital eram administradas pelo Instituto de Atenção Básica e Avançada à Saúde (Iabas) e pela Associação Paulista para o Desenvolvimento da Medicina (SPDM). O contrato com o instituto, que vence em 31 de julho, não será renovado. O contrato com a SPDM, no entanto, foi prorrogado até 31 de agosto.