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por Vera Magalhães e Marcelo de Moraes

Ida de Weintraub para Banco Mundial soa como ‘piada internacional’

Equipe BR Político

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A queda para cima do ex-ministro Abraham Weintraub rumo ao Banco Mundial com salário mensal de R$ 115,9 mil deixou “chocados” integrantes e ex-integrantes da instituição, segundo o Estadão. Para alguns deles ouvidos pela reportagem, o Brasil pode virar “piada internacional” pelo fato de o economista ter perfil excessivamente ideológico, a começar pelos insultos recentes à China e críticas ao multilateralismo.

Ex-ministro da Educação terá cargo no Banco Mundial

Ex-ministro da Educação terá cargo no Banco Mundial Foto: Dida Sampaio/Estadão

Um primeiro movimento contra a indicação do presidente Jair Bolsonaro de Weintraub à cadeira da diretoria executiva liderada pelo Brasil, a qual representa Colômbia, Equador, Trinidad e Tobago, Filipinas, Suriname, Haiti, República Dominicana e Panamá, veio de um grupo de economistas, empresários e intelectuais brasileiros. Eles enviaram uma carta ao banco e aos embaixadores dos países representados na diretoria para que não aceitem Weintraub entre suas fileiras, segundo o colunista Leonardo Sakamoto, do UOL.

Apesar de a indicação ainda ter que ser aprovada por outros países, a avaliação é de que se trata de um procedimento protocolar e que não haveria chances dela ser rejeitada, já que o Brasil tem mais de 50% de poder de voto e também porque não seria usual. O mandato na diretoria do conselho administrativo do banco vence em outubro, com renovação quase que imediata.

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