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por Vera Magalhães e Marcelo de Moraes

Impasse com TST deixa petroleiros sob alerta de greve

Equipe BR Político

A Federação Única dos Petroleiros (FUP) deve rejeitar a proposta do Tribunal Superior do Trabalho (TST) sobre o dissídio coletivo da categoria, apesar de que a entidade fará assembleias até o dia 17 de outubro para votar a alternativa do TST. “Se as reivindicações não forem atendidas pelo TST e Petrobrás até o dia 22 (de outubro), estaremos deflagrando um movimento paredista (grevista) a partir da zero hora do dia 26”, afirmou o coordenador da entidade, José Maria Rangel, informa o Estadão.

Desde 1.º de outubro, o Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) 2017-2019 não está mais valendo para os empregados da Petrobrás. A empresa comunicou em fato relevante que estava “iniciando uma transição para a legislação trabalhista vigente”, o que significa por exemplo, o fim de alguns benefícios, como a antecipação do 13.º salário em fevereiro. A empresa já manifestou também a intenção de negociar individualmente com os empregados, sem a participação dos sindicatos.

O TST propõe um reajuste salarial de 2% e a manutenção de benefícios sociais hoje vigentes. Os petroleiros negociam alteração do indexador do programa de assistência médica, manutenção de promoções por antiguidade, banco de horas extras e cobrança sindical.

 

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