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por Vera Magalhães e Marcelo de Moraes

Indústria da morte

Vera Magalhães

Jair Bolsonaro apresenta projetos, medidas provisórias e decretos a partir de crenças pessoais e de conversas com os filhos e amigos, ignorando dados, evidências e pesquisas científicas, escreve Eliane Cantanhêde nesta sexta-feira em sua coluna no Estadão. Para ela, o presidente “anuncia o fim da ‘indústria da multa’, mas pode estar reforçando a ‘indústria da morte’ com a obsessão pelas armas, o estímulo para converter carros em armas e a sensação de que, ao virar presidente, está livre para tornar suas convicções pessoais em agenda de Estado”.

“É possível que a base eleitoral de Bolsonaro ache tudo isso o maior barato, mas esse barato pode custar muito caro – em vidas humanas, em lesões irreversíveis e em custos para o sistema público de saúde, já tão depauperado.”