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por Vera Magalhães e Marcelo de Moraes

Investigações sobre ‘hacker’ divididas entre Brasília e Curitiba

Equipe BR Político

A Polícia Federal passou a concentrar em dois inquéritos, um em Curitiba e outro em Brasília, as investigações sobre as invasões que ocorreram a celulares de ministros e de procuradores da Lava Jato. Segundo o Valor, anteriormente as investigações estavam dispersas em diversos inquéritos. As primeiras perícias concluíram que o suposto hacker invadiu os aparelhos por meio de aplicativos como o Telegram, sem o auxílio de programas espiões. A PF não tem um prazo para encerrar as investigações e também não tem certeza de que o caso será resolvido, dada a complexidade de apuração que crimes cibernéticos exigem.

A primeira invasão relatada foi um ataque ao celular do ex-procurador-geral da República Rodrigo Janot, em abril. Em seguida, foram invadidos os celulares de procuradores da Lava Jato no Paraná, da juiza substituta Gabriela Hardt e do ministro da Justiça, Sergio Moro. Na última segunda-feira, 22, o ministro da Economia, Paulo Guedes, também afirmou que teve seu aparelho hackeado.

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