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por Vera Magalhães e Marcelo de Moraes

Judicialização do resultado das eleições não sai da mira de Trump

Equipe BR Político

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Atrás nas principais pesquisas de intenção de voto, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, negou que pretenda declarar vitória se os primeiros resultados parciais o mostrarem na frente em alguns estados disputados, mas indicou que pode dar início a batalhas judiciais em torno da apuração assim que a votação for encerrada.

“É terrível que não possamos saber os resultados na noite da eleição”, disse o presidente, criticando decisões da Suprema Corte que permitem a contagem de votos recebidos pelo correio em alguns Estados depois de 3 de novembro. “Assim que a eleição acabar, na mesma noite, vamos entrar com nosso advogados”, disse em relação à Pensilvânia.

Mais cedo no domingo, o portal político americano Axios havia noticiado que Trump pretendia se declarar vencedor se os primeiros resultados da noite o mostrassem na frente.

Para que isso aconteça, seus aliados acreditam que ele precisa vencer ou liderar a apuração em Ohio, Flórida, Carolina do Norte, Texas, Iowa, Arizona e Geórgia — estados onde a disputa está apertada. Como houve muitos votos pelo correio, o resultado oficial pode demorar.

Em Iowa, no fim de semana, Trump novamente fez pouco caso da pandemia de covid-19, afirmando que “haverá distribuição em massa da vacina em algumas poucas semanas”, algo que não há indícios de ser verdade. E também afirmou que vai demitir Anthony S. Fauci, diretor do Instituto Nacional de Alergia e Doenças Infecciosas, que no domingo afirmou à imprensa norte-americana que os EUA “não podiam estar mais mal posicionados” no combate ao novo coronavírus, o que enfureceu a Casa Branca. / As informações são do New York Times

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