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por Vera Magalhães e Marcelo de Moraes

Lava Jato farejou, mas não viu nada ‘robusto’ contra Guedes

Equipe BR Político

Em 2007, uma empresa que pertencia ao ministro Paulo Guedes, a GP Consultoria, fez um repasse de R$ 560,8 mil à empresa de fachada Power Marketing Assessoria e Planejamento, operada por um assessor do ex-governador Beto Richa (PSDB-PR), segundo informa a Folha. Em abril de 2018, quando o titular da Economia trabalhava na campanha do então candidato Jair Bolsonaro, a força-tarefa da Operação Lava Jato apresentou denúncia sobre a situação, mas não incluiu Guedes ou outros representantes da GP Consultoria entre os denunciados. Já os responsáveis por outras duas empresas que repassaram verba à Power Marketing foram denunciados, viraram réus e foram presos a partir de processo penal aberto pelo então juiz Sergio Moro. Em resposta à publicação, a Lava Jato informou que só foi atrás daqueles contra os quais havia “provas robustas”. Guedes não respondeu ao jornal.

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