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por Vera Magalhães e Marcelo de Moraes

Levy sobre ações do BNDES: ‘Precisa haver orientação’

Equipe BR Político

Na avaliação do ex-presidente do BNDES, Joaquim Levy, o governo precisa explicitar e orientar aquilo que espera do banco. “Precisa haver orientação, inclusive do conselho de administração”, afirma em entrevista ao Estadão. O economista diz que não se arrepende de ter entrado no governo Bolsonaro, mas afirma que faltou planejamento sobre o processo de venda de ações e participações da estatal. “Essas são decisões que têm de ser feitas pelo governo e não pela direção do BNDES”.

Fritado publicamente depois de, entre outras coisas, não ter “aberto” o que o presidente chama de “caixa-preta do BNDES”, Levy explica o que é afinal esse bordão tão repetido pelo por Bolsonaro. “O fato de empreiteiras por vezes serem donas de obras inteiras criava uma distorção”, explica. E segue: “Uma fragilidade grande, porque não se conseguia medir uma fração muito grande do empréstimo. É o que chamei na CPI de uma questão aritmética. O banco não estava preparado para essas exportações. Os bens brasileiros eram uma fração muito pequena do financiamento”.

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