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por Vera Magalhães e Marcelo de Moraes

Líder da oposição em MG teme ‘confisco salarial’ com reforma de Zema

Alexandra Martins

Em compasso de espera do desfecho para a questão previdenciária de Estados e municípios na PEC paralela em tramitação hoje no Senado, que ainda vai passar pela Câmara dos Deputados em 2020, o líder da oposição na Assembleia Legislativa de Minas Gerais, deputado André Quintão (PT), estipulou o limite das negociações com os aliados do governador Romeu Zema (Novo) caso o texto da PEC naufrague e o governo de Minas tenha de enviar uma proposta à ALMG. “Não vamos aceitar alíquotas altas para servidores que ganham pouco, que estão com os salários congelados já há 4 anos. Isso seria um confisco salarial”, disse ele ao BRPolítico. O ex-relator da CPI de Brumadinho cita o exemplo de São Paulo, cujo texto propõe um aumento da alíquota de contribuição obrigatória dos servidores de 11% para 14%. “Você vai taxar 14% de quem ganha R$ 1.500 por mês?”, questionou.

O governo do Estado informou que a reforma previdenciária está sendo elaborada por sua equipe econômica.