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por Vera Magalhães e Marcelo de Moraes

Maia sem pressa para votar redução do auxílio emergencial

Gustavo Zucchi

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O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), indicou que não tem nenhuma pressa em votar a redução do auxílio emergencial e sua prorrogação até dezembro. Como se trata de uma medida provisória, ela tem vigência automática e validade de 120 dias. Na prática, os parlamentares nem mesmo precisariam votar, já que os pagamentos serão feitos antes disso. Mesmo assim, Maia disse que quer fazer esse debate na Câmara.

“Nós vamos avaliar os encaminhamentos, as propostas, o debate. Mas acho que temos de ter muito cuidado, muita cautela nesse momento. O auxílio emergencial é importante, mas os valores, de fato, vinham gerando um impacto muito grande nas contas públicas”, disse Maia em coletiva na tarde desta terça-feira, 1.

“Acho que temos de trabalhar essa MP com todo o cuidado, para que possamos atender de fato os mais vulneráveis sem dar uma sinalização de descontrole na administração da dívida pública brasileira”, completou.

Na manhã de hoje, o governo esteve reunido com lideranças do Parlamento e anunciou que irá prorrogar o auxílio emergencial até dezembro, mas pela metade do valor que vinha sendo pago. Assim, serão três meses em que os beneficiários do programa receberão R$ 300 ao invés dos atuais R$ 600.

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