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por Vera Magalhães e Marcelo de Moraes

Mandetta une parlamentares da esquerda à direita

Gustavo Zucchi

Praticamente de saída do Ministério da Saúde, Henrique Mandetta uniu parlamentares dos mais diversos partidos do Congresso Nacional. A “fauna” em defesa do trabalho do ministro vai do PT ao PSL, antigo partido de Jair Bolsonaro. Nomes como os deputados Joice Hasselmann (PSL-SP), Efraim Filho (DEM-PB), Marcelo Ramos (PL-AM), Rubens Bueno (Cidadania-PR), Silvio Costa Filho (Republicanos-PE) e do senador Paulo Paim (PT-RS) manifestaram apoio a Mandetta e pediram a manutenção dele na linha de frente ao combate contra a pandemia.

No Senado, houve ainda uma baixa na liderança de governo. O senador Lucas Barreto (PSD-AP) deixou o cargo de vice-líder do governo em apoio ao ministro, como informou a Coluna do Estadão. Nesta quarta-feira, 15, Mandetta deu uma entrevista coletiva em tom de despedida. Confirmou que há divergências entre ele e Bolsonaro, que o presidente espera outra linha do Ministério da Saúde durante a pandemia e que, em sua gestão, as decisões contra o vírus serão baseadas na ciência e nas recomendações de especialistas para preservação da vida.

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