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por Vera Magalhães e Marcelo de Moraes

Maniqueísmo na Educação

Equipe BR Político

Em sua coluna no Estadão nesta terça-feira, Eliane Cantanhêde mostra que, ao mesmo tempo em que louva ditadores como Alfredo Stroessner e Augusto Pinochet, o governo de Jair Bolsonaro age para difamar e estigmatizar o educador brasileiro Paulo Freire, “católico e humanista que dedicou toda a vida à educação como instrumento de inclusão social, igualdade e emancipação dos povos”. Ela enquadra a campanha contra Freire na tendência do governo de eleger inimigos e classificar como “comunista” qualquer um que pense diferente dos seus apoiadores. “Quem acusa Paulo Freire por todas as mazelas da educação brasileira não conhece sua obra, nem quer conhecê-la. É o oposto! Se o Brasil tivesse enraizado e massificado o método de Paulo Freire, a educação estaria melhor e a situação da população automaticamente estaria muito melhor”, escreve.

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