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por Vera Magalhães e Marcelo de Moraes

Marta lamenta filiação ao MDB e se reaproxima do PT

Equipe BR Político

A ex-senadora Marta Suplicy (sem partido-SP) não se arrepende de ter defendido o impeachment de Dilma Rousseff, mas reconhece que sua migração do PT para o MDB não rendeu os votos que esperava. Em fase revisionista, Marta tenta uma reaproximação com o partido que a abrigou por 33 anos. “Você não fica 33 anos no PT e acha que em um ano as pessoas vão deglutir a mudança de partido. Fiquei sem identidade naquele momento”, disse ela em entrevista ao Estadão, acrescentando que a mudança foi fundamental para sua derrota na disputa pela Prefeitura de São Paulo, em 2016.

Ex-senadora pelo Estado de São Paulo, Marta Suplicy posa em seu apartamento

Ex-senadora pelo Estado de São Paulo, Marta Suplicy posa em seu apartamento. Foto: Daniel Teixeira/Estadão

A ex-prefeita afirma não ser candidata a nada, mas incentiva a criação de uma frente ampla para a eleição de 2022, com a participação do PT. “É muito importante ter o PT nesse movimento. Tenho conversado com a Gleisi (Hoffmann, presidente do PT) da importância de estarmos juntos”, diz. A reaproximação também inclui a defesa da bandeira Lula Livre. “O PT tem o seu maior símbolo preso. Ele não devia estar na cadeia. Lula é um preso político”, declarou.

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