Imagem da Vera Magalhães e Marcelo de Moraes

por Vera Magalhães e Marcelo de Moraes

MBL versão mea-culpa

Equipe BR Político

Peça ativa de um cenário onde a polarização tomou as ruas e levou ao impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff (PT), o MBL diz agora que quer fazer política por meio do debate. Durante o 5.º Congresso Nacional, realizado em São Paulo, nos últimos dois dias, o movimento abriu espaço inclusive para fazer um mea-culpa em relação ao radicalismo. As informações são do Estadão.

“Ajudamos a criar essa espetacularização que incentiva gente como Daniel Silveira (PSL-RJ) a quebrar a placa de Marielle (Franco, vereadora do Rio pelo PSOL, assassinada em 2018) e ser eleito deputado federal baseado nisso. Nós temos culpa no cartório”, disse o coordenador-geral Renan Santos. “Transformamos política em espetáculo e um monte de vagabundo veio à reboque fazer a mesma coisa sem responsabilidade.”

O discurso, no entanto, encontra dificuldade de ser incorporado pela base.“Os coordenadores estão em bastante sintonia. A maior dificuldade é transmitir para a base”, disse Kim. “O desafio é como aprofundar o debate com interesse sem se deixar levar por um ambiente de polarização superficial”, avalia o líder nacional do MBL, o deputado federal Kim Kataguiri (DEM-SP).

Tudo o que sabemos sobre:

MBLmea culpa