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por Vera Magalhães e Marcelo de Moraes

MEC atrás de ‘agentes da KGB’?

Equipe BR Político

O Ministério da Educação sob o comando de Ricardo Vélez Rodrigues parece querer “tirar do armário” agentes da KGB (antigo serviço secreto soviético) presentes na imprensa brasileira. O órgão achou cabível responder uma nota publicada por Ancelmo Gois, em O Globo, sobre o sumiço da internet de vídeos do Instituto Nacional de Educação de Surdos (Ines) que tratavam de teóricos de esquerda, apontando que o jornalista foi “treinado em marxismo e leninismo na escola de formação de jovens quadros do partido comunista soviético”.

“Ao contrário do que quer fazer crer o colunista, ludibriando dessa forma os leitores do jornal O Globo, durante a sua vida como docente, o ministro da Educação sempre ensinou e defendeu a pluralidade e o debate de ideias, recusando-se a adotar os métodos de manipulação da informação, desaparecimento de pessoas e de objetos, que eram próprios de organizações como a KGB, que na década de 1960, quando de sua fuga do Brasil para a Rússia, protegeu e forneceu identidade falsa para o colunista”, escreveu.  A história é antiga. O próprio Jair Bolsonaro, em vídeo publicado na internet, já chamava Gois de “agente da KGB”, devido a entrevista dada pelo colunista ao site da Associação Brasileira de Imprensa, onde ele realmente diz que quando jovem estudou na União Soviética e contou com ajuda da KGB para voltar ao Brasil e militar pelo antigo PCB.

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