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por Vera Magalhães e Marcelo de Moraes

Mercado contra políticos nas agências

Equipe BR Político

Os discursos a favor e contra o projeto das agências, cuja última alteração feita na Câmara libera indicação de políticos e parentes no comando delas, ficam cada vez mais elaborados. A turma que não abre mão do aparelhamento alega que não se pode discriminar “segmentos da sociedade”. Dá como exemplo Ilan Goldfajn, presidente do Banco Central. “Ele tem mérito, mas, se quiser ir para a Petrobras, não poderá por causa da Lei das Estatais”, disse o relator Danilo Forte (PSDB-CE) ao Valor.

Já Mauro Rodrigues da Cunha, da Amec (Associação de Investidores no Mercado de Capitais), reforça que “a politização de agências reguladoras e de estatais causa desemprego, uma vez que espanta investimentos no país (…) Se não tivermos determinadas blindagens das empresas, muitas indicações políticas serão maquiadas pelo mérito”. O PL está no Senado desde a semana passada. Se aprovado, seguirá para sanção presidencial. O presidente do Senado afirmou ser contrário ao “jabuti”.

 

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