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por Vera Magalhães e Marcelo de Moraes

Miliciano tinha receio de ‘queima de arquivo’

Equipe BR Político

O miliciano Adriano da Nóbrega, morto em troca de tiros no interior da Bahia na manhã deste domingo, 9, tinha receio de ser alvo de uma “queima de arquivo”, segundo o Estadão. “Capitão Adriano”, como era conhecido”, relatou ao segundo advogado Paulo Emilio Catta Preta que havia um plano para matá-lo e não prende-lo. O relato teria sido feito na última quarta-feira. O advogado nega que Adriano tivesse a pistola com que supostamente trocou tiros com a polícia e disse que tomará todas as medidas cabíveis para que a morte de seu cliente seja investigada.

O ex-policial era apontado como uma das lideranças do grupo “Escritório do Crime”, suspeito de participar da morte da vereadora Marielle Franco. Ele também tinha ligações com Fabrício Queiroz, ex-assessor de Flávio Bolsonaro, que é apontado como responsável por um esquema de rachadinha na gabinete do então deputado estadual na Alerj.

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