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por Vera Magalhães e Marcelo de Moraes

Ministério avisa: ‘Não vai ter teste para todo mundo’

Gustavo Zucchi

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O Brasil não deve conseguir seguir uma das principais recomendações da Organização Mundial da Saúde para conter o coronavírus: realizar testes na maior parte da população para conseguir isolar pacientes assintomáticos.  Em coletiva no início da noite deste sábado, o secretário-executivo do Ministério da Saúde, João Gabbardo, disse que o Brasil deverá adquirir 5 milhões de testes rápidos para o covid-19, mas que não tem como testar todo mundo.

“Esses testes serão priorizados para unidades básicas de saúde”, disse. O governo deve criar uma espécie de “drive-tru” para realização de exames, mas só para quem apresentar os sintomas. Na última segunda-feira, 16, o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, afirmou que fazer os testes seria tão importante quanto o isolamento social. “A forma mais eficaz de salvar vidas é quebrar a cadeia de transmissão. E para fazer isso precisa testar e isolar. Não se pode apagar a fogo cego. Não conseguiremos parar a pandemia se não soubermos quem está infectado. Temos uma simples mensagem: testem, testem, testem”, disse.

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