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por Vera Magalhães e Marcelo de Moraes

MPF diz que Grupo Petrópolis era ‘banco de propina’ da Odebrecht

Equipe BR Político

O esquema alvo da 62ª fase da Operação Lava Jato, que foi desbaratado nesta quarta-feira, 31, envolveu R$ 340 milhões, transacionados entre os grupos Petrópolis e Odebrecht, de acordo com informações divulgadas pela força-tarefa.

“O grupo Petrópolis agiu como banco de propina da Odebrecht, realizando a gestão, a disponibilização e a destinação de valores a pagamentos ilícitos. Tanto para pagamentos ilícitos no País, em espécie, tanto para doações eleitorais”, comentou o procurador Felipe Camargo, em coletiva de imprensa. De acordo com o procurador, parte das transações era feita pelos operadores Julio Camargo e Jorge Luz. Para o procurador Roberson Pozzobon, os dois grupos agiram como se houvesse uma “joint venture criminosa”.