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por Vera Magalhães e Marcelo de Moraes

‘Não vai ser populista’, diz Bolsonaro sobre veto ao abuso de autoridade

Equipe BR Político

Segundo o presidente Jair Bolsonaro, os vetos que ele deve fazer na Lei de Abuso de Autoridade não terão caráter “populista”. Na manhã desta sexta-feira, 30, Bolsonaro disse ainda que vai atender ao seu “centrão” para decidir quais pontos serão vetados. Ele citou, então, os ministros da Justiça, Sergio Moro, da Infraestrutura, Tarcísio de Freitas, e da Economia, Paulo Guedes. O presidente tem até o dia 5 de setembro sancionar o texto aprovado no Congresso, com ou sem vetos.

“Eu vou te adiantar: vou atender ao meu centrão. O meu centrão é o Moro, é o Paulo Guedes e o Tarcísio”, declarou. “Não vai ser um veto populista, vai ser um veto necessário, que faça justiça. Nós reconhecemos que existe em alguns casos o abuso de autoridade. Mas não queremos é interferir no trabalho do combate à corrupção que é importantíssimo no Brasil”, disse Bolsonaro.

O presidente voltou a indicar que, entre os pontos a serem vetados está o artigo 17 do texto, que caracteriza como abuso o uso de algemas em casos em que não há resistência à prisão, ameaça de fuga ou risco à integridade física do preso, da autoridade ou de terceiros.

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