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por Vera Magalhães e Marcelo de Moraes

Nas mãos de ex-assessores

Equipe BR Político

Grande parte dos parlamentares da Alerj citados no relatório da Coaf com movimentações bancárias suspeitas de seus assessores afirma não ter qualquer relação com seus contratados, mostra O Globo.

Segundo eles, a responsabilidade pelas transações suspeitas é de cada um deles. Recordista, quatro assessores do deputado André Ceciliano (PT) movimentaram R$ 49 milhões entre 2016 e 2017. O caso revelado pelo Estadão mostrou que um ex-assessor de Flávio Bolsonaro depositou R$ 24 mil na conta da futura primeira-dama.

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