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por Marcelo de Moraes

No Rio, uma tentativa de ajuste fiscal

Marcelo de Moraes

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Com a posse do prefeito Eduardo Paes, a nova administração do Rio tenta tirar a cidade do buraco administrativo em que a gestão do ex-prefeito Marcelo Crivella a meteu. A primeira grande movimentação será em torno de um ajuste fiscal para o Rio, baseado em “recomposição do caixa, equilíbrio fiscal e retomada econômica”.

A Secretaria de Fazenda e Planejamento, comandada pelo deputado federal licenciado Pedro Paulo, lançou ontem 44 decretos “com a ambição de recompor as contas, reduzir o déficit fiscal e criar condições para a retomada de investimentos da cidade”.

O secretário destaca que “entre medidas emergenciais e de longo prazo”, a ideia é “reverter a crise econômica mais imediata e construir condições permanentes para recriar a fase carioca mais otimista”.

Segundo Pedro Paulo, o plano trata de “revitalizar o fluxo de investimentos para a cidade”, com três propostas sendo enviadas para o crivo da Câmara de Vereadores da cidade.

“Uma lei de emergência fiscal busca desindexar contratos, desvincular receitas e desobrigar despesas, além de ampliar todo o arcabouço de responsabilidade fiscal. Uma segunda proposta, tributária, revisaria subsídios e simplificaria tributos com foco em novos investimentos”, diz Pedro Paulo. “Por fim, uma proposta de reforma previdenciária municipal”, acrescentou.

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