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por Vera Magalhães e Marcelo de Moraes

Novo ministro é entusiasta do ensino à distância

Vera Magalhães

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O novo ministro da Educação, Renato Feder, é um entusiasta do ensino à distância e ganhou pontos com Jair Bolsonaro pelo rápido e relativamente bem-sucedido programa de EAD implementado no Paraná durante a pandemia.

O indicado a minsitro da Educação, Renato Feder

Renato Feder Foto: Divulgação/Secretaria da Educação do Paraná

Ele já foi um dos “finalistas” quando Bolsonaro procurava o sucessor de Abraham Weintraub. Na ocasião, comentou com interlocutores a frustração de ter “batido na trave” e afirmou que estava muito motivado para implementar um modelo de EAD similar ao do Paraná em todo o País.

O sistema paranaense mistura aulas transmitidas pela TV educativa, por aplicativos e apostilas.

Quando Carlos Decotelli foi indicado por Bolsonaro, pesou contra Feder o fato de ter sido o principal doador de campanha de João Doria Jr. Mas diante das inconsistências do currículo, que inviabilizaram a posse de Decotelli, Bolsonaro optou pelo secretário paranaense, que já defendeu, no passado, a privatização do MEC.