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por Vera Magalhães e Marcelo de Moraes

Novo vê erro de R$ 671 mi no fundão eleitoral

Vera Magalhães

O fim de semana foi marcado por trocas de acusações entre o presidente Jair Bolsonaro, deputados do PSL e militantes bolsonaristas, de um lado, e deputados do Partido Novo, de outro, por conta do fundo de financiamento eleitoral. O líder do Novo, Marcel Van Hattem (RS), virou alvo das hostes bolsonaristas por ter acusado o governo de aumentar para R$ 2,5 bilhões o “fundão”. Bolsonaro desmentiu, dizendo que apenas cumpriu seu dever legal de enviar ao Congresso, no Orçamento, cálculo feito pelo TSE.

O deputado federal Marcel Van Hattem (NOVO-RS) discursa na Câmara

O deputado federal Marcel Van Hattem (NOVO-RS). Foto: Câmara dos Deputados

Nesta terça-feira, Van Hattem voltou ao assunto numa longa sequência de tuítes em que aponta erro no cálculo feito pela Receita, e enviado ao TSE, para embasar o novo valor do fundão. E diz que, aplicando a fórmula correta de correção, o valor do fundo para as eleições de 2020, tem de ser de R$ 671 milhões a menos. “Com base nessas informações, protocolamos ofício no Ministério da Economia oferecendo a nossa Nota Técnica e esperamos que o governo reenvie o PLOA com a devida correção”, diz o parlamentar, que afirma, em resposta à saraivada virtual que sofreu, que o partido apoiará o governo em pautas que achar corretas, mas exercerá seu papel de fiscalizar suas ações.

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