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por Vera Magalhães e Marcelo de Moraes

O ‘bilhete’ de Queiroz

Equipe BR Político

A defesa do ex-assessor de Flávio Bolsonaro, Fabrício Queiroz, informou ao UOL que seu cliente poderá depor por escrito ao Ministério Público do Rio de Janeiro. Queiroz já faltou a dois depoimentos por questões de saúde, segundo sua defesa. “Na impossibilidade dele poder ir ao MP nós eventualmente apresentaremos os esclarecimentos acerca da movimentação bancária dele por escrito. Mas isso é uma hipótese e será utilizada como última possibilidade. A preferência da defesa e que ele deponha pessoalmente, uma vez que ele nega que tenha praticado qualquer crime”, disse o advogado Paulo Kein à publicação.

As investigações sobre a movimentação financeira atípica de Queiroz estão suspensas, a pedido de Flávio, por liminar do ministro Luiz Fux até que o ministro Marco Aurélio Mello, relator do processo no Supremo, analise se o caso permanecerá com o MP do Rio ou o STF, depois que o tribunal retomar suas atividades, na sexta, 1. Entre 2016 e 2017, Queiroz movimentou R$ 1,2 milhão de forma suspeita, segundo o Coaf.

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