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por Vera Magalhães e Marcelo de Moraes

O desafio da ‘terceira via’

José Fucs

Situados no bloco intermediário das intenções de voto, Ciro, Alckmin e Marina têm 14 dias para, se cacifar como uma terceira via, reverter a coesão do eleitorado antipetista em torno de Bolsonaro e do lulista petista em torno de Haddad.

Segundo reportagem do Estadão, Ciro deverá insistir na ideia de que pode quebrar aquilo tem chamado de “polarização odienta”. Os marqueteiros de Alckmin não indicam que vão alterar a estratégia agressiva em busca do voto útil, explorando o medo da polarização PSL-PT e pregando que os demais postulantes da centro-direita “não são competitivos”. Marina, após desidratar com o crescimento de Haddad nas pesquisas, mira no eleitorado negro, pobre, de baixa escolaridade e, principalmente, nas mulheres – sua principal base de votos. / J.F.

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