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por Vera Magalhães e Marcelo de Moraes

O direito ao jejum e à oração

José Fucs

O jurista Modesto Carvalhosa disse nesta quarta-feira, 4, em entrevista ao jornal Gazeta do Povo, que o procurador Deltan Dallagnol “utilizou as liberdades que a Constituição dá”, ao dizer no Twittter que ficaria em “oração e jejum” em favor da prisão dos condenados em segunda instância.

“O Dallagnol é um fervoroso batista e ao fazer esse jejum está se manifestando como cidadão”, afirmou Carvalhosa. “Ele estaria violando o Estado laico se, por exemplo, justificasse suas ações como procurador com base na bíblia ou se colocasse seu gabinete para agir de acordo com convicções religiosas.” / J.F.