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por Vera Magalhães e Marcelo de Moraes

O paradoxo de Bolsonaro

Vera Magalhães

Ao mesmo tempo o presidente mais impopular ao término do primeiro ano de mandato, Jair Bolsonaro também chega ao fim de 2019 como franco favorito para se reeleger em 2022. Muitos fatores, a maioria novos e característicos de seu estilo de governar, explicam este aparente paradoxo, sobre o qual escrevo na minha coluna de hoje no Estadão.

Mas o principal deles é um clássico, imutável e que costuma valer para a direita e a esquerda indistintamente: o desempenho da economia. Mesmo que devagar, quase parando, a recuperação econômica ajuda o bolsonarismo a ir abrindo uma avenida pela qual a caravana passa, a despeito dos ruídos, autoritarismos, retrocessos em várias áreas e dificuldade de obtenção de apoio político.

Ajuda ainda a tarefa do presidente o congestionamento no centro e a perda de força de Lula, que achou que deixaria a prisão incendiando o País e termina o ano calado. Para ler a íntegra, clique aqui.