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por Vera Magalhães e Marcelo de Moraes

O pragmatismo do PSL nos Estados

Equipe BR Político

Governadores de Roraima, Santa Catarina e Rondônia têm em comum o fato de serem filiados ao PSL, partido do presidente Jair Bolsonaro. Mas, diferentemente do chefe da Nação, eles estão adotando uma postura mais pragmática em seus Estados, segundo reportagem do Estadão. A intenção é evitar choques entre Executivo e Legislativo. Em Roraima, Antonio Denarium, fez algo impensável para bolsonaristas e escolheu o deputado Soldado Sampaio, do PCdoB, como seu líder de governo na Assembleia.Em Santa Catarina, o governador Comandante Moisés também surpreendeu os eleitores ao abrir a porta do Palácio Cruz e Sousa, sede do governo estadual, para deputados do PT e integrantes do MST – e foi presenteado com produtos da agricultura familiar.

O terceiro governador do PSL, Coronel Marcos Rocha, de Rondônia, assim como os colegas de partido, não patrocinou até agora debate sobre temas como Escola Sem Partido ou fez menção a interferir no currículo escolar. O mais próximo que fez de Bolsonaro foi trabalhar pela militarização de escolas públicas. O esforço para construir pontes com partidos de oposição tem uma razão: a falta de uma maioria no Legislativo que garanta a aprovação de projetos dos governadores.Diferentes nos estilos e estratégias, os governadores guardam, contudo, semelhanças com o presidente. A mais visível é a escolha de militares para cargos no governo.

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