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por Vera Magalhães e Marcelo de Moraes

O saldo do caso do porteiro

Equipe BR Político

A turbulência causada pelo depoimento do porteiro que citou o presidente Jair Bolsonaro aos suspeitos de matarem a vereadora Marielle Franco (PSOL) e o motorista Anderson Gomes – desmentido pelo MP-Rio – deve trazer mais destaque e prestígio aos escudeiros que se prontificaram a acudir o capitão.

Em artigo na Folha, nesta quinta-feira, 31, o colunista Bruno Boghossian coloca o vereador e filho do presidente, Carlos Bolsonaro (PSC-RJ), como o personagem que mais sai fortalecido no episódio. Segundo ele, não será surpresa se a partir de agora Carlos enfrentar menos restrições no governo. “O resultado seria um avanço da radicalização do governo, defendida pela chamada ala ideológica do Planalto”, avalia o colunista.

O procurador-geral da República, Augusto Aras, e o ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, pela presteza ao chefe também devem recebem um reconhecimento especial pós-caso do porteiro. Na avaliação da colunista Mariliz Pereira Jorge, Bolsonaro é quem mais sai da turbulência fortalecido.

“A militância, que ignora as tramoias de Fabrício Queiroz e os Bolsonaros, provou mais uma vez sua fidelidade e mostra que qualquer denúncia será recebida como armação para derrubar o presidente”, escreveu a colunista em artigo na Folha.

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