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por Vera Magalhães e Marcelo de Moraes

‘O velho caducou, o novo ainda não nasceu’

Equipe BR Político

Antes mesmo de se firmar como um partido grande, o PSL já corre o risco de voltar a ser um nanico (ou até mesmo desaparecer) caso o presidente Jair Bolsonaro confirme que deixará a sigla. E em um momento em que as antigas legendas grandes estão esmorecendo. “O quadro partidário é desolador. Com o recorde (talvez mundial) de 32 siglas registradas no TSE, o Brasil não tem partidos reais, programáticos, com líderes fortes. Quantidade não é qualidade. O gigante MDB está à míngua, o PSDB e o PT não são nem sombra do que já foram, o PSL não dá para o gasto”, escreve Eliane Cantanhêde em sua coluna do Estadão deste domingo, 13.

“Se o ‘velho’ caducou, o ‘novo’ ainda não nasceu”, afirma a jornalista. “Ou seja: governos vêm, governos vão, partidos sobem, partidos descem e o ‘povo’ continua com a certeza de que a corrupção é incurável. Bolsonaro está perdendo a marca do combate à corrupção.”

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