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por Vera Magalhães e Marcelo de Moraes

Os vícios de Bolsonaro explicitados

Equipe BR Político

O envolvimento de Flávio Bolsonaro no esquema de rachadinha na Alerj apontado pelo Ministério Público serviram como um “resumo” dos vícios de longa data do presidente Jair Bolsonaro, apresentados ao longo do ano. Em sua coluna deste domingo no Estadão, a editora do BRP Vera Magalhães aponta o que chamou de “bombons”: Bolsonaro nunca foi baluarte anticorrupção; a mistura de família e política não tem nada de “novo”; decoro e liturgia do cargo importam; paranoia e mania de perseguição são passaporte para o autoritarismo e o último deles que a relação com milícias coloca em xeque o discurso liberal de que a economia justifica tudo.

“Na quarta-feira escrevi que, a despeito de ser um recordista de impopularidade, Bolsonaro seria favorito em 2022 se a economia seguisse crescendo, ainda que devagar. Eduardo, o 03, tirou onda, querendo desviar o foco do irmão chocolatier. Pois a impopularidade está confirmada, mas o favoritismo será fortemente abalado se o mito de pés de barro ficar nu, como já está ficando.”

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