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por Vera Magalhães e Marcelo de Moraes

Para analistas, relação entre Poderes seguirá ‘tensa’

Equipe BR Político

O jornal Valor ouviu analistas políticos e financeiros sobre a relação do presidente Jair Bolsonaro com o Congresso após vencida a fase de aprovação, pelo menos na Câmara em primeiro turno, da reforma da Previdência. Richard Back, da XP Investimentos, acredita que o “estranhamento e distanciamento” entre as partes continuará enquanto o Legislativo seguir pela raia da agenda econômica e o presidente pela dos costumes polêmicos. Cristiano Noronha, da Arko Advice, vai na mesma linha ao lembrar que é Bolsonaro quem estabeleceu o atual modelo de negociação sem uma base de apoio. Para Antônio Queiroz, do Diap, a tendência é de o Congresso manter seu protagonismo, acrescentando que a reforma tributária vai exigir uma articulação mais “ativa” do Executivo. Na avaliação do professor Fernando Abrúcio, a reforma tributária enfrentará fortes obstáculos por não ser prioridade na agenda de Bolsonaro, e não o foi nos últimos 30 anos, e pelo possível choque de propostas elaboradas pelo Executivo, pela Câmara e outra pelo Senado.

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