por Vera Magalhães e Marcelo de Moraes

Para aprovar reforma, Pacto Federativo terá de avançar. Mas qual pacto?

Marcelo de Moraes

Governo e senadores têm falado línguas diferentes na discussão sobre o Pacto Federativo. Há concordância que Estados e Municípios precisam ser auxiliados para recuperarem sua vitalidade econômica, mas não há um consenso sobre quais propostas devem fazer parte desse lote e em que momento elas precisam ser votadas. Para agravar, um expressivo grupo de senadores decidiu condicionar a aprovação da reforma da Previdência à votação do pacto. Mesmo com a intermediação do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), e do líder do governo no Senado, Fernando Bezerra (MDB-PE), para destravar essa agenda, há uma desconfiança de que pode haver problema sério em breve.

O primeiro ponto para reduzir esse risco seria exatamente definir precisamente o que fará parte do pacto e alinhar essas discussão. “Eu vou começar a ouvir as pessoas nas audiências da reforma, mas é lógico que fico preocupado com essa questão. O problema é que a visão de Pacto Federativo do Senado não é a mesma da equipe econômica. Cada um acha uma coisa”, disse o senador Tasso Jereissati (PSDB-CE), relator da reforma, ao BR18. /Marcelo de Moraes

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