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por Vera Magalhães e Marcelo de Moraes

Para Damares, caso Marielle não é questão de direitos humanos

Equipe BR Político

A ministra de Direitos Humanos, Damares Alves, afirmou nesta quarta, 22, que “não vai atrás dos criminosos de Marielle”, assassinada no dia 14 de março de 2018 junto a seu motorista, Anderson Pedro Gomes. A ex-vereadora era ativista dos direitos humanos, especialmente dos negros, populações LGBTI, mulheres e jovens das favelas mais pobres do Rio de Janeiro. A declaração de Damares foi dada durante audiência na Comissão de Fiscalização Financeira e Controle, da Câmara dos Deputados, nesta manhã de quarta, 22.

“É a terceira vez que eu venho na Câmara. Na segunda, vim lançar um mega trabalho de acolhida das crianças com microcefalia no Brasil. Eu não vou atrás de criminosos da Marielle (Franco). Eu vou cuidar de crianças, isso é direitos humanos”, disse ela, acrescentando outra agenda da pasta, a adoção de crianças, como exemplo de “direitos humanos”. Em março deste ano, o Escritório do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos (ACNUDH) fez um apelo ao Brasil por maior celeridade nas investigações do crime.

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