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por Vera Magalhães e Marcelo de Moraes

Para Freixo, ‘nada justifica o privilégio’ de Edir Macedo

Equipe BR Político

Para o deputado federal Marcelo Freixo (PSOL-RJ), “nada justifica o privilégio” concedido pelo governo ao bispo Edir Macedo, ao oferecer a ele a renovação por mais três anos do passaporte diplomático. Freixo argumenta que o religioso “não é autoridade brasileira nem representa os interesses do País no exterior”. “Lamentável que Edir Macedo desde 2006 tenha passaporte diplomático e que o governo Bolsonaro tenha concedido por mais 3 anos. Nada justifica o privilégio, Macedo não é autoridade brasileira nem representa os interesses do país no exterior”, escreveu o deputado no Twitter. O assunto foi o mais comentado pelos internautas da rede social na manhã desta segunda-feira, 15.

Para o advogado especialista em Direito Público e Internacional Saulo Stefanone Alle, apesar de preencher os requisitos previstos pelo Ministério das Relações Exteriores, o passaporte concedido ao bispo e à mulher dele, Eunice Rangel Bezerra , “flerta com a inconstitucionalidade”, já que deve ser concedido a quem desempenhe “função do interesse do País”, além das 12 classes de autoridades, tais como presidente, vice, ministros, juízes de tribunais superiores e congressistas, informou o Broadcast Político.