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por Vera Magalhães e Marcelo de Moraes

Para ministra, pandemia vai beneficiar o agro brasileiro no final da crise global

Equipe BR Político

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A ministra Tereza Cristina afirmou nesta manhã de sexta, 3, que o setor do agronegócio mais prejudicado hoje com a pandemia do coronavírus é o de hortifrutigranjeiros. Há um excedente hoje no País desses produtos que deverá ser distribuído para hospitais e programas de assistência social a partir da semana que vem. O comércio de soja, diz, vai muito bem, devendo novamente bater recordes de exportação. Em entrevista à Rádio Bandeirantes, ela reiterou que o Brasil não vai passar e não passa por problemas de abastecimento em função da hecatombe sanitária global. Inclusive acredita que o País pode se tornar um dos maiores provedores de alimentos no mundo na fase pós-pandêmica.

A ministra da Agricultura, Tereza Cristina A ministra da Agricultura, Tereza Cristina

A ministra da Agricultura, Tereza Cristina Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

“O agro continua sendo o motor da nossa econômica e talvez, aliás, talvez não, posso afirmar que será um dos primeiros segmentos que depois desse movimento todo aí vai decolar, pois temos terra, água, a nossa agricultura é sustentável, ou seja, temos tudo para produzir muito mais para alimentar o mundo”, afirmou, lembrando que a Europa tem uma janela de plantio mais curta pelo inverno rigoroso da região. “O Brasil pode estar preparado para também ser nesse momento seguinte da crise um dos maiores supridores de alimentos do mundo, mais ainda do que já somos, porque alguns países vão ter problemas”, concluiu a titular de Agricultura.