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por Vera Magalhães e Marcelo de Moraes

Para presidente da CBIC, fluxo de saques do FGTS ‘já está no limite’

Marcelo de Moraes

O presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), José Carlos Martins, disse ao BR18 que sempre “esteve seguro” que as mudanças discutidas pelo governo para o saque de contas ativas do FGTS não afetariam o volume de recursos que constituem o fundo. O FGTS é um dos principais mecanismos de financiamento para aquisição de imóveis e a decisão de liberar o saque de contas ativas, sem que se soubesse o impacto da medida, fez com que o setor da Construção pressionasse o governo para que a proposta fosse suspensa até ser ajustada. A ideia, agora, é anunciar as medidas na próxima semana.

Martins diz que sempre teve uma visão realista sobre o assunto e sabia que não havia jeito de mexer com valor do atual fluxo de entrada e retirada dos recursos. “Eles (o governo), desde o início, falavam que não haveria impacto no saldo do fundo. Se houvesses um novo tipo de retirada, mudaria a saída atual. Parece que, agora, irão transformar em optativo sacar anualmente ou na demissão. Mas sempre fomos seguros que não haveria impacto no fluxo. Pois, na verdade não tem como tirar, pois já está no limite”, afirmou Martins ao BR18. /Marcelo de Moraes

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