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por Vera Magalhães e Marcelo de Moraes

Para Weintraub, lei lhe permite xingar na internet

Equipe BR Político

Além de explicar sobre as falhas no Enem, Abraham Weintraub teve de falar sobre suas interações nas redes sociais. Parte delas sendo base de um pedido de impeachment feito por parlamentares contra o ministro da Educação. Por exemplo, Weintraub foi cobrado pela longa lista de ofensas trocadas na internet. “A Legislação me permite revidar quando sou ofendido. A pessoa vai à minha página pessoal me chamar de ‘palhaço’. Em um domingo”, disse o ministro. Não explicou, entretanto, a razão das ofensas contra quem não o ofendeu, como o presidente francês, Emmanuel Macron.

O ministro da Educação, Abraham Weintraub

O ministro da Educação, Abraham Weintraub Foto: Dida Sampaio/Estadão

Foi também cobrado pela ausência do princípio de impessoalidade ao dar tratamento diferenciado a um seguidor que pediu a correção da prova do Enem de sua filha. O ministro disse que essa interação é positiva e que todos os alunos que pediram revisão foram atendidos por outros canais. “Venho da iniciativa privada. É normal perguntar ao ‘consumidor’ se o ‘produto’ está bom”, afirmou.