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por Vera Magalhães e Marcelo de Moraes

Parada LGBT ecoa: ‘Resistência’

Equipe BR Político

A 23ª edição da Parada do Orgulho LGBT de São Paulo assumiu o caráter de movimento político e de oposição ao governo Jair Bolsonaro. “Resistência” é a palavra mais repetida entre os participantes do evento, que teve início por volta do meio-dia neste domingo, 23. Expectativa dos organizadores é a de reunir 3 milhões de pessoas na Avenida Paulista, informa o Estadão.

A ex-prefeita de São Paulo e senadora Marta  Suplicy afirmou que essa é “a mais importante Parada da história”. “É a luta contra todo o retrocesso civilizatório que tem se apresentado”, completou Marta. O deputado federal David Miranda (PSOL) também reforçou a ideia de que a Parada é um movimento político. “Esse é um movimento contra um projeto de poder que atenta contra as nossas vidas. Uma Parada que  ganha mais importante porque temos um presidente declaradamente homofóbico”, afirmou. Entre os participantes, muitas famílias que foram ao evento para apoiar filhos e amigos. “É a minha primeira vez . Eu era uma pessoa com muitos preconceitos. Meu filho me ensinou a ver a vida de outro jeito. Hoje estou aqui para apoiá-lo”, comentou Lourdes Fragoso, de 66 anos.

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