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por Vera Magalhães e Marcelo de Moraes

Partidos tentam driblar cota feminina

Equipe BR Político

Questionamentos dos partidos à Justiça Eleitoral mostram tentativas de contornar a regra que obriga a aplicação de 30% do fundo público de financiamento eleitoral com mulheres. Reportagem do Estadão mostra que as siglas perguntam se podem usar no cálculo candidaturas a suplente de senadores ou a vice-governadoras, por exemplo. Outras argumentam que a decisão do TSE que criou a cota se deu depois da janela de trocas de partidos –o que os impediria de buscar candidatas viáveis.