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por Vera Magalhães e Marcelo de Moraes

Passam os dias, faltam explicações

Equipe BR Político

“Passaram-se sete dias desde a revelação de que um assessor de Flávio Bolsonaro movimentou R$ 1,2 milhão em um único ano e deu um cheque de R$ 24 mil à mulher de Jair. De saída, a família julgou que devia poucas explicações, mas o episódio tem potencial para depreciar um dos principais ativos do próximo presidente”, escreveu Bruno Boshossian na Folha.

Por enquanto, apenas silêncio e explicações pela metade. Para o colunista, as suspeitas levantadas até agora são especialmente danosas para Jair Bolsonaro, que foi eleito carregando a bandeira do combate à corrupção. O caso do Coaf é, portanto, o primeiro teste da estratégia de poder de Bolsonaro.