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por Vera Magalhães e Marcelo de Moraes

Paulo Preto vai continuar preso

Equipe BR Político

O desembargador João Pedro Gebran Neto, do TRF da 4ª Região, negou pedido de liberdade apresentado pela defesa do ex-diretor da Dersa Paulo Vieira de Souza, o Paulo Preto, réu sob a acusação de ter sido operador de desvios de recursos na estatal paulista de transportes em governos do PSDB.

Ao negar a liminar para a soltura do ex-diretor, o desembargador o comparou a Antonio Palocci, porque, assim como o ex-ministro petista, Vieira de Souza é acusado de ocultar provas. “Naquela ocasião, foi atribuída a Palocci a atuação direta em seu escritório no sentido de ocultar computadores e/ou disco rígidos”, escreveu. Ele afirmou não ver nenhuma ilegalidade na decretação da prisão preventiva de Paulo Preto nem de sua manutenção, no âmbito da Lava Jato.