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por Vera Magalhães e Marcelo de Moraes

PF apura se hackers foram pagos com bitcoin

Equipe BR Político

Na tentativa de descobrir se houve algum patrocinador às invasões dos celulares de autoridades por parte dos supostos hackers presos na semana passada, a PF está cruzando informações encontradas nos celulares e computadores apreendidos na Operação Spoofing com registros de corretoras de moedas virtuais – as criptomoedas. A intenção é descobrir se a ação foi paga com bitcoin. A PF e o Coaf já receberam os dados das empresas que os suspeitos usavam para operar com a moeda virtual: Foxbit, Braziliex e Marcado Bitcoin.

As investigações sobre o rastro do dinheiro começaram antes da prisão de Walter Delgatti e dos outros três suspeitos, com um pedido de informações a corretoras que atuam no setor de criptomoedas. Após a prisão, os peritos passaram a vasculhar os aparelhos atrás de e-mails e outras mensagens telemáticas que possam levar às carteiras virtuais, e aos seus donos. De acordo com uma fonte que teve acesso à investigação ouvida pelo Estadão, o objetivo é cruzar possíveis números encontrados nas mensagens com o chamado “blockchain”, uma espécie de livro contábil aberto que registra transações financeiras do mercado de criptomoeda.

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