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por Vera Magalhães e Marcelo de Moraes

Presidente reclama que livros no Brasil têm muito textão

Equipe BR Político

O presidente Jair Bolsonaro anunciou nesta sexta, 3, sua investida em pautas de costume, até então em segundo plano em razão da prioridade com as reformas na área econômica neste primeiro ano de gestão. O campo em questão é o da educação. A partir de 2021, diz, os livros didáticos virão todos com uma bandeira do Brasil na capa e com menos textos. “Os livros hoje em dia, como regra, é um montão, um amontoado… Muita coisa escrita, tem que suavizar aquilo”, afirmou Bolsonaro pela manhã em frente ao Palácio da Alvorada, registra o Broadcast Político.

Bolsonaro também estranha o fato de que nas escolas públicas há vários alunos e alunos que experimentam novas configurações de gênero – nada que uma volta por uma delas numa grande capital não resolva o estranhamento. “O que a esquerda plantou na educação? Plantou militância. Tanto é que o pessoal vota no PT e no PSOL. Chegou ao cúmulo de acabar com uma escola como o Colégio Pedro II, no Rio. Acabaram com o Pedro II. Menino de saia, MST lá dentro. E outras coisas mais que não quero falar aqui”, disse.

Para ele, são terceiros os responsáveis pela mudança de “sexo” das “crianças”. “Os idiotas achando que vão definir o sexo (da criança) até os 12 anos. Tem livros que vamos ser obrigados a distribuir esse ano ainda, levando-se em conta a sua feitura em anos anteriores. Tem que seguir a lei. Em 2021, todos os livros serão nossos. Feitos por nós. Os pais vão vibrar. Vai estar lá a bandeira do Brasil na capa, vai ter lá o hino nacional”, declarou.

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