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por Vera Magalhães e Marcelo de Moraes

Primeira infância deve ser prioridade

Equipe BR Político

Em sua coluna nesta terça-feira no Estadão, o economista Pedro Fernando Nery destaca a Agenda para o Desenvolvimento Social, apresentada pela Câmara, e o Benefício Universal Infantil. mecanismo incluído na PEC Paralela da Previdência, como iniciativas positivas e em linha com o ajuste fiscal para que o investimento social tenha foco na primeira infância, como recomendam estudos científicos sérios no mundo todo.

Ele mostra que as duas propostas têm consonância –uma vez que o BUI nasceu de uma emenda dos mesmos deputados, Tábata Amaral e Felipe Rigoni, escolhidos para elaborar a ADS– e reformulam e aperfeiçøam o Bolsa-Família, além de integrar uma série de outros benefícios sociais dispersos e não-focalizados.

“As iniciativas contribuem para a sustentabilidade política do ajuste fiscal, entregando a mensagem de que reformar compensa. Aliás, a matemática do gasto na 1.ª infância é muito favorável: na conta de Cunha, para cada R$ 1 gasto, voltam R$ 6 na fase adulta. O Nobel Heckman prescreve: os que buscam reduzir déficits e fortalecer a economia devem investir na 1.ª infância”, escreve.