Imagem da Vera Magalhães e Marcelo de Moraes

por Marcelo de Moraes

Proibição de atos de campanha presenciais em PE deve ser questionada

Gustavo Zucchi

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A decisão do Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE-PE) de proibir  aglomerações durante a campanha desagradou parte dos partidos políticos que disputam prefeituras no Estado. A ponto que algumas siglas estão estudando o que pode ser feito para reverter a proibição antes mesmo do segundo turno das eleições.

“Acho que é uma decisão precipitada, que merece questionamento. Inclusive já pedi ao meu partido que avaliássemos o que podemos fazer”, disse ao BRP o deputado Augusto Coutinho (Solidariedade-PE), que está atuando como coordenador das campanhas em seu Estado. “Eu já estou falando com presidentes de outros partidos para sentir qual o posicionamento de cada um, mas no meu entender temos que questionar isso.”

Na última quinta-feira, 29, o TRE-PE, por causa do aumento de casos do novo coronavírus, proibiu a realização de todos atos de campanha presenciais que causem aglomerações,  como passeatas e carreatas. A proposta foi apresentada pelo próprio presidente do TRE-PE, desembargador Frederico Neves, e aprovado por 6 votos a 0, com uma abstenção. Pernambuco teve 579 casos confirmados nas últimas 24 horas, com 12 óbitos.

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