Imagem da Vera Magalhães e Marcelo de Moraes

por Vera Magalhães e Marcelo de Moraes

Promotoria inclui parentes de miliciano no caso Queiroz

Equipe BR Político

A mãe e a mulher do ex-capitão da Polícia Militar Adriano Magalhães da Nóbrega, acusado de integrar uma milícia, foram incluídas nas investigações sobre movimentações financeiras atípicas de ex-assessores do hoje senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) na Assembleia Legislativa do Estado, informa o Estadão. Raimunda Veras Magalhães e Danielle Mendonça da Costa aparecem agora na lista de investigados com o próprio Flávio e o ex-assessor Fabrício Queiroz – que, sozinho, movimentou R$ 1,2 milhão em 13 meses, de acordo com relatório do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf).

Suspeitas de participar da chamada “rachadinha”, em que assessores parlamentares entregam parte do salário ao gabinete do deputado assessorado, as duas trabalharam na assessoria de Flávio até novembro do ano passado, quando ele era deputado estadual no Rio. Cada uma recebia salário de R$ 6.492. Raimunda também é citada no relatório do Coaf por ter feito repasse de R$ 4.600 para a conta de Queiroz.

Tudo o que sabemos sobre:

QueirozFlávio Bolsonaro