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por Vera Magalhães e Marcelo de Moraes

PSL 2.0

Equipe BR Político

Sem a família Bolsonaro, o PSL busca o pragmatismo para dar uma guinada política que o fortaleça após a saída de seu principal nome, o presidente Jair Bolsonaro. O plano é ampliar a base nas eleições de 2020. Para isso, o partido se movimenta para se aproximar de governadores e formar alianças que antes, com bolsonaristas em peso na sigla, não eram possíveis.

De acordo com o Estadão, a cúpula do PSL ambiciona conquistar entre 300 e 500 prefeituras em 2020. Entre as capitais, estão colocadas as pré-candidaturas da deputada Joice Hasselmann em São Paulo – como vice de Bruno Covas -, do deputado estadual Fernando Francischini em Curitiba e do radialista Nilvan Ferreira em João Pessoa.

Além de adotar uma linha mais pragmática, para atrair o eleitor de direita que rejeita o radicalismo bolsonarista, o PSL 2.0 planeja mudanças também no discurso. O partido deve manter o mote conservador nos costumes e liberal na economia, mas vai abandonar a agenda ideológica representada pelo escritor Olavo de Carvalho.

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