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por Vera Magalhães e Marcelo de Moraes

Rede pede a Witzel proteção a porteiro

Equipe BR Político

A Rede pediu nesta quarta, 30, ao governador Wilson Witzel a inclusão do porteiro que citou o presidente Jair Bolsonaro no caso Marielle no programa de proteção a testemunhas. Segundo o Jornal Nacional, o porteiro deu depoimento à Polícia Civil dizendo que o “seu Jair” autorizou a entrada de Élcio Queiroz, acusado de ser o motorista do carro que perseguiu a ex-parlamentar no dia de sua morte, no condomínio onde mora Bolsonaro. O porteiro, de acordo com a reportagem, se dirigiu, no entanto, à casa de Ronnie Lessa, acusado de ser o autor dos 13 disparos em Marielle. Lessa é vizinho de Bolsonaro. A versão do porteiro foi contestada nesta tarde de quarta, 30, pela procuradora do Ministério Público Simone Sibilio, chefe do Grupo de Atuação Especial no Combate ao Crime Organizado (GAECO). Segundo ela, o porteiro mentiu.

“É cristalino, portanto, que existe um movimento para impedir o testemunho livre e desimpedido da testemunha, situação que merece ação imediata e urgente em favor da testemunha”, afirma o partido em ofício enviado a Witzel, que é assinado pelos senadores Randolfe Rodrigues (Rede-AP) e Fabiano Contarato (Rede-ES), além do presidente do partido, Pedro Ivo Batista.

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